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Presidente da República João Lourenço na Assembleia Geral da ONU, em Nova Iorque

Governo 05-12-2025
ACORDO DE PAZ RDC-RUANDA

ACORDO DE PAZ RDC-RUANDA

O ECOAR DAS PALAVRAS DO PRESIDENTE JOÃO LOURENÇO

”ESTE CONFLITO NÃO TEM SENTIDO. (…) FELIZMENTE PARECE QUE TERÁ O SEU FIM HOJE, AQUI EM WASHINGTON DC”;

”NÓS PROCURÁMOS FAZER A NOSSA PARTE; O MELHOR POSSÍVEL PARA CHEGARMOS A ESTE MOMENTO”;

”ESPERAMOS E ACREDITAMOS QUE [OS DOIS SIGNATÁRIOS] TAMBÉM FARÃO A SUA PARTE PARA A IMPLEMENTAÇÃO COM ÊXITO DESTE ACORDO”;

”UMA COISA É ASSINAR O ACORDO. (…) OUTRA COISA É IMPLEMENTAR EM TEMPO ÚTIL TUDO AQUILO QUE NÓS ACORDAMOS E ASSINAMOS”.

O Presidente da República de Angola e Presidente em exercício da União Africana, João Lourenço, testemunha em Washington DC da assinatura, esta quinta-feira, do Acordo de Paz entre a República Democrática do Congo e a República do Ruanda, dirigiu-se aos participantes no acto, de entre eles Donald Trump, Presidente dos Estados Unidos da América; Paul Kagame, Presidente do Ruanda, e Félix Antoine Tshisekedi Tshilombo, Presidente da República Democrática do Congo.

“ Senhor Presidente Donald Trump, Presidente dos Estados Unidos da América;
Caros convidados;
Altas entidades aqui presentes;
Senhores jornalistas;
Eu gostaria de realçar a importância desta cerimónia aqui, em Washington D.C., que vai finalmente pôr fim a um conflito que, como já foi dito, dura há mais de três décadas.
Não são exactamente trinta anos, mas mais do que três décadas. Um conflito entre irmãos, países vizinhos e irmãos, que se deviam dar bem, mas que, por razões de diversa ordem, têm vindo a se digladiar ao longo dos anos, com pesadas consequências, quer para as populações de ambos os países, quer também para as respectivas economias.

A Região dos Grandes Lagos é uma região das mais ricas do mundo, não apenas de África. É enormemente rica em recursos hídricos, terras aráveis, florestas, recursos minerais que estão no subsolo, mas sobretudo rica nas suas pessoas, com um potencial muito grande para desenvolver aquela região de África que pode catapultar o desenvolvimento de outras regiões, igualmente, do nosso continente.

O mundo atravessa hoje uma crise energética e alimentar. Nós estamos a dizer que África, e em particular essa Região dos Grandes Lagos, tem o potencial, não digo de resolver, mas de contribuir consideravelmente para a resolução destas duas grandes crises, quer alimentar quer energética, não apenas para o nosso continente, mas para o mundo.

A grande Barragem do Inga, adormecida há bastantes anos, pode contribuir enormemente para a electrificação do continente e, consequentemente, para a sua industrialização.

Em termos de agricultura, o facto de ter terras aráveis, com um índice de chuvas bastante regular e abundante, pode desenvolver-se a agricultura naquelas regiões para alimentar o continente.

E nada disso tem sido possível fazer-se, ao longo de décadas, devido a este conflito que não tem sentido e que, final e felizmente, parece que terá o seu fim hoje, aqui em Washington D.C.

Nós procurámos fazer a nossa parte. E quando digo nós, estou a referir-me a Angola, ao Quénia, e a outros países também africanos. Procurámos fazer o melhor para chegarmos a este momento.

Infelizmente não foi possível, mas nós só temos de agradecer ao Presidente Trump por ter dado continuidade ao trabalho que nós realizámos e ter conseguido alcançar esse desfecho do qual todos nós sairemos a ganhar.

Portanto, mais uma vez, o Presidente Trump fez a parte que lhe compete, e nós esperamos - e acreditamos que é o que vai acontecer -, que as duas partes, ou seja, as Autoridades da República Democrática do Congo e da República do Ruanda também farão a sua parte para a implementação com êxito deste acordo.

Uma coisa é assinar o acordo, outra coisa - que é mais difícil, mas é possível, desde que haja vontade política -, é implementar em tempo útil tudo aquilo que nós acordamos e assinamos.

Parabéns a todos, muito obrigado!”

Fonte: Sem fonte
Governo 26-11-2025
TIS leva inovação de Angola ao palco do Africa Digital Innovation Summit em Kinshasa.

EMBAIXADA DA REPÚBLICA DE ANGOLA NA REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DO CONGO

NOTA DE IMPRENSA

TIS leva inovação de Angola ao palco do Africa Digital Innovation Summit em Kinshasa.

A cidade de Kinshasa acolhe, nos dias 25 e 26 de Novembro de 2025, o fórum “Africa Digital Innovation Summit” (ADIS), importante evento internacional que reúne altos funcionários governamentais, empresas de tecnologia, investidores e start-ups inovadoras.

O evento, que teve início nesta terça-feira, 25 de Novembro no Centro Cultural para os Países da África Central, em Kinshasa, conta com a participação, ao mais alto nível, da consultora tecnológica e de negócios TIS, representada pelo CEO, Willian Oliveira.

Em declarações à margem do fórum, cujo lema é "acelerar a transformação digital soberana em África", Willian Oliveira destacou a missão da TIS de impulsionar a modernização tecnológica e a inovação quer em Angola, quer em todo o continente africano, onde opera com cada vez mais empenho. A empresa actua tanto em Angola como além-fronteiras, empenhada em impulsionar o desenvolvimento do país e do continente através da inovação e da tecnologia.

O responsável pela organização sublinhou a preocupação da empresa em garantir a disponibilidade de serviços de consultoria em áreas-chave, nomeadamente saúde digital, cibersegurança, infraestrutura tecnológica e soluções de gestão.

Dirigindo-se a uma plateia de diversos países da África central, o Ministro congolês da Economia Digital focou o seu discurso na digitalização da administração pública da RDC.

Com base na visão presidencial “RDC Nação Digital 2030”, Augustin Kibassa Maliba reafirmou o objectivo de tornar a RDC uma nação digital e um polo tecnológico no coração do continente até 2030.

No stand da TIS, o Ministro da Economia Digital foi recebido pelo CEO, Willian Oliveira, que explicou detalhadamente as diversas soluções e serviços oferecidos pela empresa angolana de tecnologia, a estratégia de ingresso para o mercado da RDC e importância da formação e capacitação de quadros.

Serviços de Comunicação Institucional e Imprensa da Embaixada de Angola na RDC, Kinshasa, 26 de Novembro de 2025

Fonte: Sem fonte
Governo 15-11-2025
MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES

MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES

NOTA DE IMPRENSA

Sua Excelência Embaixador Téte António, Ministro das Relações Exteriores, participou na manhã desta sexta-feira, 14 de Novembro, em Kinsasha, capital da República Democrática do Congo, na Sessão de Alto Nível da Conferência Internacional sobre a Região dos Grandes Lagos (CIRGL) sobre o Desenvolvimento do Corredor do Lobito.

O evento foi inaugurado por Sua Excelência Judith Suminwa Tuluka, Primeira-Ministra da RDC, em representação de Sua Excelência Félix Antoine Tshisekedi Tshilombo, Presidente da República Democrática do Congo.

Na presença de uma audiência composta por entidades governamentais da CIRGL, do Corpo Diplomático acreditado na RDC, homens de negócios, membros da sociedade civil congolesa e parceiros de desenvolvimento do Corredor do Lobito, como o Banco Mundial, o Ministro Téte António
apresentou a sua visão sobre o Corredor do Lobito, uma das mais estratégicas iniciativas de integração económica e desenvolvimento sustentável da África Austral.

O Ministro Téte António explicou aos presentes que esta infraestrutura, que atravessa o território angolano ligando o Atlântico ao coração do continente, não é apenas um eixo logístico, mais sim um vector de transformação regional, uma ponte para o progresso e uma plataforma para uma nova dinâmica de cooperação africana.

Na sua alocução, o chefe da diplomacia angolana elucidou a plateia que o Corredor do Lobito nasce da visão de que o crescimento de Angola deve caminhar lado a lado com o desenvolvimento de todos os países da região.

Disse também que a ligação do Porto do Lobito às vastas zonas minerais, agrícolas e industriais da Zâmbia e da República Democrática do Congo, está a impulsionar um espaço económico com enorme potencial de crescimento, diversificação e integração.

Para o Ministro das Relações Exteriores da República de Angola, o Corredor do Lobito representa mais do que um caminho físico e estratégico. Ele oferece competitividade logística; diversificação económica; impulsionamento do investimento estrangeiro;
Integração regional e diplomacia económica e desenvolvimento social e inclusivo.

Sublinhou que o Corredor do Lobito se insere plenamente na Agenda 2063 da União Africana, reforçando os objectivos de integração económica continental e contribuindo para a operacionalização da Zona de Comércio Livre Continental Africana (AfCFTA).

Para concluir Sua Excelência Embaixador Téte António reafirmou que Angola está aberta, pronta e empenhada em trabalhar com todos para que o Corredor do Lobito se torne um símbolo de inovação, prosperidade e progresso africano.

GABINETE DE COMUNICAÇÃO INSTITUCIONAL E IMPRENSA DO MINISTÉRIO DAS RELAÇÕES EXTERIORES (GCII-MIREX), em Luanda, aos 14 de Novembro de 2025

Fonte: MIREX

rdc.mirex.gov.ao Embaixador Extraordinário e Plenipotenciário da República de Angola na R.D.C

Miguel da Costa



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