• Presidente da República convidado a participar no Congresso Nacional da Reconciliação


    PROMOVIDO PELO CEAST
    Presidente da República convidado a participar no Congresso Nacional da Reconciliação

    O Presidente da República, João Lourenço, foi convidado a participar no Congresso Nacional da Reconciliação, promovido pela Conferência Episcopal de Angola e São Tomé (CEAST), no âmbito das celebrações dos 50 anos da Independência Nacional.

    O convite ao evento, a ter lugar na primeira semana do mês de Novembro, foi formulado pelo presidente da CEAST, Dom José Manuel Imbamba, que chefiou uma delegação, recebida em audiência no Palácio Presidencial, nesta segunda-feira, 1 de Outubro.

    Dom José Manuel Imbamba, também arcebispo metropolitano de Saurimo, destacou a importância do momento que Angola atravessa, defendendo uma nova abordagem política e social no país.

    “Como igreja, achamos que é o momento, como angolanos, de termos outra visão, outros ideais, outra maneira de abordar a política, outra maneira de ver e encarar a sociedade e o cidadão”, afirmou o prelado à saída da audiência.

    Para o líder da CEAST a independência deve significar bem-estar integral, tanto emocional, psicológico, físico, social, cultural e cívico.

    “É um processo que nós devemos construir juntos, sem exclusão, sem rotulações, sem esta tendência da política do militante que nós estamos a levar a cabo, que está a nos colocar de costas viradas uns contra os outros”, salientou.

    Dom Manuel Imbamba informou que o congresso, inicialmente previsto para finais do mês de Outubro, foi reagendado para a primeira semana de Novembro em concertação com o Presidente João Lourenço.

    “Ficamos satisfeitos pela disponibilidade de Sua Excelência, Senhor Presidente, em participar deste congresso, que esperamos que seja mesmo o congresso da reconciliação”, sublinhou.

    O evento, que espera congregar cerca de 500 participantes, está aberto a todos os cidadãos angolanos, independentemente da filiação religiosa.

    O programa, que culminará com um culto ecuménico dedicado à reconciliação nacional, conta com a participação de todas as forças vivas do país.